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Definitivamente, aquele tempo em que uma mensagem era transmitida do emissor ao receptor somente por meio de ações e canais tradicionais, tendo como recurso apenas a inteligência humana, ficou no passado. Hoje, a revolução tecnológica colocou à disposição dos comunicadores uma infinidade de ferramentas que automatizam processos e potencializam os resultados de seus usuários, seja qual for o seu objetivo.

 

A Comunicação na era digital tem passado por profundas transformações. O Expo Fórum Digitalks, principal evento de negócios digitais do país, do qual tive a oportunidade de participar, em São Paulo, durante os dias 28 e 29 de agosto, apresentou a nós,  participantes, as tendências desse mercado em franca expansão.

 

Ao lançar mão de estratégias de marketing que utilizam como principal recurso ferramentas de automação para gerenciamento de redes sociais, análise de métricas, captação de potenciais clientes, entre outros objetivos, empresas alcançam alta competitividade e caminham anos luz na frente de seus concorrentes. Aliado a tudo isso, especialistas têm se debruçado a entender cada vez mais e melhor a jornada dos clientes até o momento da compra, identificando suas preferências e hábitos. Informações preciosas nas mãos de quem precisa conquistar compradores para seus produtos ou serviços.

 

No entanto, conclusão indiscutível, é que de nada adianta ter os melhores recursos tecnológicos se faltar o principal: a sensibilidade para entender aquilo que os consumidores buscam. Oferecer apenas o preço mais baixo ou a melhor condição de pagamento não é mais suficiente. Pesquisas recentes mostram que as pessoas estão dispostas a pagar até mais caro, desde que recebam como recompensa uma experiência marcante.

 

Diante desse novo cenário, onde a Inteligência Artificial ocupa cada vez mais espaço, fica a pergunta: qual será o papel dos comunicadores? Como satisfazer a expectativa de alguém que deseja sentir-se bem? Na minha opinião, apesar de todos os avanços trazidos por essa evolução, nenhum robô ainda é capaz de trabalhar, de maneira efetiva, com o principal: a sensibilidade de entender o sentimento do outro.

 

Uma reunião olho no olho com o cliente, por exemplo, para entender suas reais necessidades, observar, sentir, ainda geram e empatia necessária para que, com o apoio das melhores ferramentas digitais, seja desenhada a estratégia perfeita para atingir em cheio o alvo. A Comunicação não pode se basear apenas em algoritmos É nisso que acredito!

 

Por isso, você, empresário, que busca resultados para o seu negócio, pense nisso e busque PESSOAS que, apoiadas na tecnologia, possam te ajudar a gerar experiências agradáveis aos seus clientes. Não automatize demais essa relação, que pode ser extremamente produtiva. Boa sorte!

 

Leandro Rocha

jornalista, especialista em Comunicação nas Organizações e diretor da 4toques comunicação


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